“Filho de Deus” pode ser a...

O Filho de Deus, filme que foi originado da série “A Bíblia” pretende ser uma ferramenta de evangelização mundial. Já é o filme religioso mais comentado desde a “Paixão de Cristo”, que chegou aos cinemas 10 anos atrás. Foi o segundo filme mais visto nos últimos dias nos Estado Unidos, tendo arrecadado 26,5 milhões de dólares somente no primeiro final de semana.

O Filho de Deus chegou a 3260 salas de cinema norte-americanas. Até a Semana de Páscoa deve estrear em 60 países, com uma estratégia especial para a China, onde a mensagem religiosa é proibida, mas onde o filme não foi censurado. Seu lançamento no Brasil será nesta sexta-feira, dia 17 abril.

Desde de o início, quando foi anunciado que o longa seria uma versão editada da série A Bíblia, contando com várias cenas novas, vários cuidados cercaram a produção, como a remoção da cena onde Jesus é tentado pelo demônio que seria parecido com o presidente Obama.

Os produtores da série e do filme, Mark Burnett e Roma Downey, são cristãos comprometidos e têm afirmado que esperam ver seu material funcionar como uma maneira de pregar o evangelho. Roma interpreta Maria, mãe de Jesus e disse em entrevistas que “A mão de Deus estava sobre a produção”, durante as filmagens. Eles esperam que seu material alcance até um bilhão de pessoas em todo o mundo, contando apenas exibições no cinema, sem falar na TV, internet e posteriores vendas em DVD e blue-ray.

Um dos motivadores do sucesso do filme foram as igrejas evangélicas, que alugaram salas de cinema inteiras para exibições para os fiéis. Burnett, de modo similar ao que fez na promoção da série televisiva, reuniu-se com vários líderes religiosos nos Estados Unidos, conseguindo reunir cerca de cinco milhões de dólares em vendas antecipadas para a estreia de O Filho de Deus.

Pastores norte-americanos conhecidos como Mark Driscoll, TD Jakes e Rick Warren, encorajaram os membros de suas igrejas a comprar ingressos e distribuir para os amigos e parentes não-cristãos.

LPC

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Boas Intenções


“Para trás de mim, Satanás, que me serves de escândalo; porque não compreendes as coisas que são de Deus...”?Mt 16.23

Muitos não entendem que o chamado de Cristo não consiste em sermos simplesmente boas pessoas. As boas intenções, muitas vezes, podem ser a melhor ferramenta do inimigo para descarrilar-nos dos propósitos divinos. Além destas considerações aprendemos uma outra lição: o inimigo pode usar muitos filhos de Deus para avançar nos princípios e comportamentos que são contrários aos desejos do Pai.

À luz deste entendimento, compreendemos melhor a essência do pecado na frase que Jesus pontuou: “não compreendes as coisas que são de Deus, mas só as que são dos homens”. O inimigo procura fomentar no povo de Deus uma forma de ver a vida segundo a sabedoria deste mundo e não conforme os princípios do Altíssimo. É exatamente por isto que é fácil confundir o bom com o justo.

Nem tudo que consideramos bom se conforma com a justiça de Deus, mesmo que os nossos conselhos estejam cheios de boas recomendações aos outros. No reino de Deus, todavia, o bom não é suficiente. Há coisas que, para nós, podem ser meras trivialidades, mas para o Senhor, são assuntos de peso e gravidade.

Referência para leitura: Mt 16.1-28

Cada Dia

Dia Mundial de Ação de Graças - 28/11/2013

Gratidão